O diretor de “Caminho e caminham atrás de mim as estrelas” , o brasileiro William Farnesi, parece, em uma primeira impressão, jogar-nos em um palco, mundo lúdico de bonecos e poesia, de clowns e performances. O filme, título de um poema do sírio-libanês Adônis, nos pinta a história em cores simples e gestos lentos, movimentos sutis de bonecos e mãos.
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